Nosso compromisso com os clientes e nossa filosofia e código pessoal de ética nos obriga a: 1. Sempre respeitar, acima de tudo, a autonomia do cliente, independendo de idade, credo, etnia, família, classe social. 2. Para nós, a criança com problema de gênero, tem sua maneira de ser e existir tão respeitada quanto um adulto: os dois, como seres humanos, têm os mesmos direitos sobre seu gênero. 3. A autonomia do indivíduo, sobre o seu gênero, é mais importante que teorias, terapeutas, famílias e quaisquer outros fatores. 4. Impediremos, sempre que nos for possível, qualquer cirurgia de designação, redesignação ou adequação transgenital, para qualquer criança com menos de 10 anos de idade. 5. procuraremos promover a adequação de qualquer jovem, à partir de seus 10 anos de idade, à sua realidade existencial de gênero, para que sofra o mínimo possível. |
Para a e-clínica Gender*Care em português, clique aqui Nosso compromisso com as famílias, é o de orientá-las a que melhor aceitem a situação de seus filhos ou filhas, que sempre, nessas situações, são meninos ou meninas, rapazes ou moças, quando com problemas ou disfóricos de gênero, extremamente fragilizados. As famílias se tornam, por seu lado, fragilizadas. Através dum esclarecimento da situação, procuramos sempre robustecer as relações das famílias com os jovens e crianças disfóricas. Quando necessário; e raramente é necessário, encaminhamos algum disfórico para tratamento psiquiátrico ou psicológico. Geralmente apenas pessoas muito maltratadas pelas famílias e pela sociedade precisam desses tratamentos. A maioria dos disfóricos são moças e rapazes, homens e mulheres inteligentes, que não precisam desses tratamentos. Mas muitos familiares precisam, porque, por não viverem a situação, mas conviverem com ela, dificilmente compreendem plenamente e podem precisar de um tratamento psicoterápico mais profundo. Nossa orientação sempre tem o sentido de encaminhar os problemáticos de gênero para o melhor tratamento. Na área da endocrinologia, por exemplo, encaminhamos os pacientes de São Paulo, para Dra. Dorina Epps Quaglia, fundadora do Grupo de Gônadas e Intersexo do HC da USP; e no Rio, para o Instituto de Endocrinologia e Diabetes-IED no Hospital Moncorvo Filho, para avaliação e acompanhamento. Quanto à cirurgia de adequação genital, hoje no Brasil, temos total confiança na tecnologia desenvolvida pelo Dr. Jalma Jurado, titular de cirurgia plástica da Faculdade de Medicina de Jundiaí-SP.
As crianças, jovens e adultos problemáticos de gênero, principalmente os disfóricos conhecidos vulgarmente como transexuais, mas mesmo os hermafroditas ou intersexuais, geralmente são considerados com desprêzo pela sociedade, recebendo o pior dela. Para nós, pelo contrário, essas pessoas, como seres humanos, merecem o melhor do melhor. |